(…) Oriana levantou-se e, com a cara coberta de lágrimas e as mãos cheias de terra, pediu à Rainha das Fadas: -Dá-me outra vez as minhas asas! Dá-me outra vez a minha varinha de condã… (…)Oriana levantou-se e, com a cara coberta de lágrimas e as mãos cheias de terra, pediu à Rainha das Fadas:-Dá-me outra vez as minhas asas! Dá-me outra vez a minha varinha de condão! Perdoa-me a minha vaidade. Eu sei que faltei à minha promessa, sei que abandonei os homens, os animais e as plantas. O peixe encheu-me de vaidade com os seus elogios. Olhei tanto para mim que me esqueci de tudo. Mas dá-me outra vez as minhas asas. Eu quero voltar a ser como dantes. Quero voltar ajudar, os homens, os animais e as plantas. Mas sem varinha de condão e sem asas eu não posso ser fada. Preciso das asas para voar ao encontro de quem me chama; preciso da varinha de condão para poder ajudar os que precisam de mim.(…)
domingo, 4 de janeiro de 2009
A Fada Oriana
(…) Oriana levantou-se e, com a cara coberta de lágrimas e as mãos cheias de terra, pediu à Rainha das Fadas: -Dá-me outra vez as minhas asas! Dá-me outra vez a minha varinha de condã… (…)Oriana levantou-se e, com a cara coberta de lágrimas e as mãos cheias de terra, pediu à Rainha das Fadas:-Dá-me outra vez as minhas asas! Dá-me outra vez a minha varinha de condão! Perdoa-me a minha vaidade. Eu sei que faltei à minha promessa, sei que abandonei os homens, os animais e as plantas. O peixe encheu-me de vaidade com os seus elogios. Olhei tanto para mim que me esqueci de tudo. Mas dá-me outra vez as minhas asas. Eu quero voltar a ser como dantes. Quero voltar ajudar, os homens, os animais e as plantas. Mas sem varinha de condão e sem asas eu não posso ser fada. Preciso das asas para voar ao encontro de quem me chama; preciso da varinha de condão para poder ajudar os que precisam de mim.(…)
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