Jornal - O Ardina -

sábado, 31 de janeiro de 2009

Concurso Literário

Já está a decorrer o II Concurso Literário.
Este ano lectivo decorre entre os dias 26 de Janeiro e 6 de Março.
O regulamento pode ser consultado na vitrina do corredor central da escola sede, junto de todos os professores do 1ºCEB ou de Língua Portuguesa e na Associação de Pais.
Inspire-se... até ao dia 6 de Março aguardamos o seu texto poético.
No dia 18 de Março divulgaremos os resultados e, no dia 20, decorrerá o Convívio Poético e a entrega dos prémios.
Contamos com a sua participação!

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Vamos inventar uma história?

Durante o 2º período (de 29/01 a 28/03/09), o nosso Blogue propõe a toda a comunidade escolar a construção de uma história colectiva. Para participar, deve inspirar-se na imagem e dar continuidade ao texto, expressando as suas ideias de forma clara e ordenada. Primeiro, cada participante deve ler todo o texto já produzido e, só depois, acrescenta a sua ideia. Com a colaboração de todos, pretende-se construir um texto com princípio, meio e fim. O título será inventado no final da história.

Quem lê, viaja
Descobre mundos diferentes.
Conhece histórias inspiradoras…


(clique em comentários e dê asas à sua imaginação)
Fonte: Passaporte para leitura
Instituo Eco Futuro

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Histórias à Solta

Esta é a história do mês de Janeiro que irá ser distribuída a todos os alunos, do 1º CEB, da escola sede.
A ilustração é dos alunos Luís Reis, Maryna Naumeiko, Patrícia Gonçalves e António Palminha do 6ºB que a efectuaram na disciplina de EVT.
Um pedido de socorro
O Tomás tinha acabado de lanchar, e foi ver televisão.
De repente ouviu uma voz que dizia:
- Socorro, socorro!
Ele assustou-se. Olhou para um lado, olhou para o outro e não viu nada ... achou que era imaginação sua.
- Socorro, socorro! Ouviu ele outra vez.
Virou-se de novo para um lado e para o outro, e até viu se estava alguém debaixo do sofá, mas não encontrou nada
-Deve ser a televisão, pensou ele. Ou então eu estou imaginando coisas.
Passado um pouco ouviu de novo:
- Socorro, socorro!
Agora não era imaginação, ele tinha mesmo ouvido. E o mais estranho de tudo era que o pedido de socorro parecia vir... da sua boca!
Tomás ficou apavorado e correu para a casa de banho.
Enquanto corria imaginou que podia ter comido algum extraterrestre vindo de Marte que por engano tivesse aterrado a nave espacial no seu lanche.
- Ele pode disparar raios gama na minha boca, pensou o Tomás de boca bem fechada.
Finalmente ele chegou à casa de banho e foi-se pôr de frente para o espelho. Aí, abriu a boca à procura do marciano mas... nada. Não tinha extraterrestre nenhum na sua boca.
Mas ele tinha a certeza de ter ouvido o pedido de socorro...
- Ajuda-me Tomás.
Tomás assustou-se. Olhou bem para dentro da sua boca e conseguiu ver o seu dente molar com olhos e boca tentando falar com ele:
- Não te assustes, Tomás. Sou eu, o teu dente molar.
- Mas o que queres? perguntou ele.
- É que tu comeste, a tua barriguinha está feliz mas nós... estamos
tristes.
- Nós quem?
Os teus dentes, Tomás.
De repente todos os dentes abriram os olhos e disseram:
É verdade!!!
- Nós ficámos todos sujos e o bichinho da cárie agora anda atrás de
nós, disse o dente molar.
- E onde é que ele está? perguntou o Tomás.
- Está escondido atrás de mim.
- Ajuda-nos, Tomás. Escova os dentes!!!
- Está bem.
Tomás agarrou na sua escova preferida, pôs a pasta de dentes e
começou a escová-los.
- Fechem os olhos, ouviram?
- Está bem! responderam os dentes preparando-se para o banho.
O dente molar foi-lhe dando as dicas:
- Isso Tomás. Agora na parte de trás, agora na frente. Escova a língua. Isso, isso! Agora deita esse bichinho fora.
Tomás pôs água na boca, fez um bochecho e deitou a água fora. Os dentes aplaudiram:
- Boaaaaaa!
- Agora vocês estão limpos! disse o menino.
- Ainda não, Tomás, disse o molar. Ainda falta o fio dental.
- Pois é, disse ele pegando no fio dental e passando por todos os dentes.
- Agora sim! Estamos todos limpinhos, disse o dente canino.
- E livres das cáries, acrescentou o Tomás.
- É verdade, Tomás, mas tens de fazer a nossa higiene oral depois
de cada refeição!
- Combinado, disse o menino.
- Óptimo ! disse o dente molar. Mas há mais uma coisinha: levas-
nos a ver televisão?
E o Tomás voltou para a sala, sentou-se no sofá e ficou com a boca meio aberta para que todos os seus dentinhos pudessem ver televisão.
- Que giros são estes desenhos animados, disse o molar.
- Pois é, são mesmo giros disse o canino.
E ali ficou o Tomás, com os seus amiguinhos dentes, todos a verem os desenhos animados.

Escola de Pais

A próxima Escola de Pais realizar-se-à no próximo dia 29 na nossa BE.
Desta vez temos o prazer de receber a Enfermeira Otília que abordará a temática "Obesidade infantil e hábitos alimentares".
Esperamos por vós.

Compareça! Participe!

domingo, 25 de janeiro de 2009

Prémio de Literatura Juvenil Ferreira de Castro

5ª Edição do Prémio de Literatura Juvenil Ferreira de Castro consulte aqui o regulamento.
José Maria Ferreira de Castro nasceu no lugar de Salgueiros, concelho de Oliveira de Azeméis, em 24/5/1898, numa família de camponeses pobres. Devido à morte prematura do pai, quando tinha apenas 8 anos, e às dificuldades económicas, teve que emigrar para o Brasil em 1911.
Durante quatro anos trabalhou no armazém do seringal "Paraíso", na selva amazónica, em pleno período da borracha. Essa experiência permitiu-lhe escrever mais tarde aquela que é considerada a sua obra-prima - A Selva (1930). Em seguida fixou-se em Belém do Pará. Aqui dedicou-se ao jornalismo, procurando garantir a subsistência com trabalhos braçais ocasionais. Em 1917 fundou o semanário "Portugal" e escreveu o seu primeiro romance, Criminoso por Ambição e uma peça de teatro, Alma Lusitana (1916).
Em 1919 regressou a Portugal e estabeleceu-se em Lisboa, continuando a sua actividade jornalística. Fundou a revista "A Hora" (1922) e o magazine "Civilização", este com a colaboração de Campos Monteiro (1928). Colaborou também em outras publicações: "O Século", "ABC", "O Diabo", "Imprensa Livre", "O Tempo". O desafogo económico que tinha procurado inutilmente no Brasil, também não o alcançou aqui.
Entre 1922 e 1928 publicou várias novelas que mais tarde se recusou a incluir nas "Obras Completas".
O romance Eternidade (1933) reflecte a experiência dolorosa da morte da primeira mulher, Diana de Lis.
A atenção dada aos humildes nos seus romances iniciais (Emigrantes, A Selva) permanece nas obras posteriores, fazendo dele um precursor do neo-realismo.
Faleceu no Porto em 29/6/1974.

Álbum de ilustrações

A Arte chegou à BE...

http://static.publico.clix.pt/docs/cultura/ilustrarte2007/index.html

Livros para escutar

Texto: João Manuel Ribeiro;
Ilustração: Flávia Leitão;
Edição: Trinta por Uma Linha
http://static.publico.clix.pt/fotogalerias/letrapequena/improverbios.aspx